Ainda a Internet e as eleições

Li vários posts sobre a divergência de muitos militantes descontente com as restrinções impostas aos anónimos em função da aprovação pelo congresso nacional ao uso da internet nas eleições de 2010.
Trata-se do que muitos denominam de anonimato na rede mundial, há um sentimento forte de não restringí-los, há incursões de que devemos saber diferenciar onde podemos liberá-los e restringí-los. Setores empresariais, por exemplo, queixam-se das medidas de segurança funcionando como uma parede de proteção contra os anónimos.
No caso da utilização da internet para as eleições, o que se advogou para restringir os anónimos foram as preocupações com as chamadas calunias e difamações.
Outro dia eu estava lendo um artigo da rapaziada do direito digital com duas posições sobre os anónimos, uma a favor e outra contra, mas incursionando o lado jurídico, sendo assim, as regras nas eleições para restringir o anonimato tem alguma razão para darmos credito, no entanto, reitero, o congresso nacional aprovou posicionamentos importantes aquém do que queriam os conservadores Azeredo e Marco Maciel.
A vida não acaba porquê se restringiu o anônimato, a velha palavra de ordem continua, não podemos desistir, mas precisamos debater profundamente a questão do anonimato na rede mundial de computadores.

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